Resumo histórico / Kurzgeschichte | Sobre a cidade / Stadt-Hinweise |

Localizada no Segundo Planalto Paranaense, na região dos Campos Gerais, Ponta Grossa destaca-se no cenário turístico do sul do Brasil, devido à sua posição geográfica pela facilidade de acesso a todas as regiões do Estado. Importante entrocamento rodoferroviário, a cidade tem suas raízes no tropeirismo, na pluralidade étnica e nos caminhos da estrada de ferro, símbolos históricos e marcos referenciais ainda presentes no cenário urbano de uma das mais importantes cidades brasileiras. Integrante da Rota dos Tropeiros, Ponta Grossa congrega um complexo de atrativos naturais, históricos e culturais que se revelam em meio à paisagem ondulada dos Campos Gerais e proporcionam a seus visitantes oportunidades múltiplas de lazer, cultura e turismo. O contraste do antigo com o moderno, a imensidão e a beleza de sua natureza e as manifestações culturais são fatores decisivos no reconhecimento da cidade como pólo turístico e cultural do Brasil. Além da qualidade de sua rede hoteleira e gastronômica, Ponta Grossa oferece ainda uma noite agradável com aspectos variados que garantem diversão a todos os gostos.

HISTÓRIA DA CIDADE- As pombinhas na história de Ponta Grossa

Conta-nos a tradição, que os fazendeiros, se reuniram para decidir o local onde seria construída uma capela em devoção à Senhora de Sant’Ana e que também seria a sede do povoado. Como não chegavam a um acordo, pois cada um queria construí-la próximo a sua fazenda, decidiram então soltar um casal de pombos e, onde eles pousassem, ali seria construída uma capela, bem como seria a sede da Freguesia que estava nascendo. Os pombos após voarem, pousaram em uma cruz que ficava ao lado de uma grande figueira no alto da colina. Problema resolvido, o local escolhido, todos ajudaram na construção de uma capela simples de madeira e, em sua volta a freguesia cresceu e se desenvolveu.

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Histórico dos Grupos Folclóricos de Estrela.

Nos anos de 1964 e 1965, o Côro da Comunidade Evangélica de Estrela, realizava tradicionalmente o Baile do Côro que reunia vários corais da região. Nesta época um grupo de pessoas também ligadas à Comunidade Evangélica de Estrela, entre elas o casal Adolfo e Helga  Ziebel tiveram uma idéia nova quanto ao evento. Os jovens da época não sabiam mais dançar valsas, polkas e schottisch. Aquelas danças antigas estavam se perdendo no esquecimento do tempo. Então, em uma garagem particular de uma residência no centro de Estrela, o casal Ziebel iniciou os ensaios.Tiveram a ajuda de alemães bávaros em visita a cidade.Ensaiaram alguns  pares de dançarinos para apresentar danças típicas.Iniciava-se naquele momento a história do mais antigo grupo de danças folclóricas alemãs de todo o Brasil com apenas seis pares de dançarinos. As primeiras danças foram Niederbayrischer Ländler, Sternpolka, Schottisch, Herr Schmidt, Zigeunerpolka entre outras. Diga-se de passagem, dançadas até hoje. Os primeiros ensaios foram nas sextas feiras à noite. Curiosamente até hoje os ensaios de sextas continuam com a categoria de iniciantes (Esperas), como que lembrando os iniciantes de 1964 em seus primeiros passos de danças há 50 anos.

No ano de 1966 também o ‘Baile do Coro’ passou a se chamar “Baile do Chucrut” com decoração de guirlandas e comida alemã. Nesta primeira edição do evento, este grupo de dançarinos foi oficialmente apresentado ao público e obteve grande aceitação, pois até então ainda não era conhecido. Durante alguns anos o maestro Ziebel, com seu bandonião, ensaiou o grupo de jovens e nos dois anos seguintes, devido à sua enfermidade, foi D. Helga que passou a trabalhar com os dançarinos. Neste período o grupo já havia realizado muitas apresentações e era formado também por turmas de crianças.  Nos dois anos seguintes, o professor Elmar Götz, da Alemanha, trabalhou nos grupos de danças e após retornar ao seu país, o professor Beno Heumann assumiu os trabalhos por vários anos até 1984. No ano de 1985, Andréas Hamester, dançarino do próprio grupo, foi convidado a instruir as quatro categorias dos grupos da época.

Atualmente, o “Conjunto de Danças Típicas Alemãs” como era denominado, é conhecido como ‘Grupos Folclóricos de Estrela’. São os mais antigos grupos do gênero em atividades ininterruptas desde 1964, quando aconteceram os primeiros ensaios. São mantidos pela Comunidade Evangélica de Estrela, como desde o princípio, e já realizaram mais de 1.880 apresentações em cerca de 700 cidades de dez diferentes estados brasileiros e também em muitas oportunidades em 14 diferentes países da Europa e América do Sul. Os Grupos Folclóricos de Estrela possuem 12 categorias de dançarinos dos 3 aos 88 anos de idade somando mais de 420 componentes.

Dados Gerais Em Resumo

Grupos Folclóricos de Estrela

Os GRUPOS FOLCLÓRICOS DE ESTRELA são ligados à Comunidade Evangélica de Estrela e estão em atividades há 53 anos ininterruptamente, sendo o mais antigo grupo de folclore germânico de todo o país. Nestas 5 décadas, foram realizadas mais de 1.880 apresentações em mais de 700 cidades de dez estados do Brasil e em várias turnês por 14 países da Europa e América do Sul como Alemanha, Argentina, Uruguai, Paraguai, Áustria, República Tcheca, Bélgica, Holanda, França, Itália, Suíça, Portugal, Luxemburgo  e Suíça. Atualmente os Grupos Estrelenses são integrados por 12 diferentes categorias de dançarinos dos 3 aos 88 num total de 422 componentes. São mais de 2.000 ex-dançarinos que em alguma época de suas vidas participaram desta atividade em Estrela. Anualmente, 45 mil pessoas assistem aos espetáculos dos Grupos Estrelenses. Um média de 50 a 60 apresentações são realizadas a cada ano. As 12 categorias possuem 32 jogos de diferentes trajes típicos. Ensaios acontecem de março a dezembro todos os anos sempre no Lar do Jovem onde a entidade conta com auditório para ensaios, sala de som, sala de trajes, sala de material e demais salas de apoio. Andréas Hamester é o instrutor geral dos Grupos Folclóricos de Estrela.

Dados Relevantes a se Destacar:

*É o mais antigo grupo de danças folclóricos alemãs de todo o Brasil em atividades ininterruptas. 53 anos completados em maio de 2014

*É a maior concentração de dançarinos em um único grupo com 420 componentes dos 3 aos 88 anos.

*Possui 12 categorias de dançarinos. Mirim, Infantil, Juvenil, Semi-Um, Semi-Dois, Esperas, Especial, Oficial B, Oficial A, Sênior, Casais e 3ª Idade.

*1.880 apresentações já realizadas em seus 48 anos de história.

*700 cidades visitadas em 10 estados do Brasil e em 14 países da América Latina e Europa em dezenas de turnês.

*Média de 50 apresentações a cada ano, sendo assistido por mais de 45 mil pessoas a cada ano.

*Possui em seus arquivos de ex dançarinos mais de 2.100 componentes ao longo de quase 5 décadas.

*Caracteriza-se por um movimento autenticamente folclórico pois gerações de dançarinos fazem a história do Grupo de Estrela. Uma comunidade regional inteira está diretamente ou diretamente envolvida ao longo dos anos.

*Mais de 90 matérias jornalísticas(ano) e de TV são vinculadas com atenção aos trabalhos dos Grupos de Estrela, além de dezenas de programas de rádio. O Grupo de Estrela é uma referência em termos de tradição da dança folclórica germânica.

*Já recebeu muitos prêmios de destaque pelo seu trabalho e sua história inclusive o Prêmio do Ministério da Cultura do Brasil(Cultura Popular e Mestre do Mundo).

*O trabalho dos Grupos Folclóricos de Estrela tem uma enorme relevância a manutenção do folclore trazido pelos imigrantes europeus que colonizaram a região sul,porém há outro destaque a se fazer e que se refere a saúde mental e física de seus integrantes quando a atividade mantém a todos voltados a coisas boas da vida e deixando de lado as drogas, a apatia e a ignorância do ser como um todo. 

Instrutor Responsável: Andréas Hamester

Informações:

Fones: (51) 3712.1120 Lar do Jovem
(51) 9849.7000 Instrutor

E-mail: andreas@gruposfolcloricosdeestrela.com.br
              contato@gruposfolcloricosdeestrela.com.br

SITE: www.gruposfolcloricosdeestrela.com.br

Fonte/Quelle: Andréas Hamester

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Habitantes 60.000 Einwohner

Percentuais estimativos dos grupos étnicos:
Geschätzte Prozentanteile der Volksgruppen:

Alemão 45 % deutsch
Italiano 20 % italienisch
Luso 20 % portugiesisch
Outros 15% andere (africano, sírio-libanês etc / afrikanisch, syrer-libanesisch und weitere).

“Quanto maior a diversidade étnica, maior a riqueza cultural do município – Je größer die Anzahl der Volksgruppen, desto größer der kulturelle Reichtum der Gemeinde.” (Nossa constatação e firme convicção / Unsere Feststellung und feste Überzeugung).

Em torno de 20% da população de origem alemã fala alemão.
Ca. 20% der deutschstämmigen Bevölkerung spricht deutsch.

Pesquisador da história da comunidade local / Forscher der örtlichen Heimatgeschichte:

José A Schierholt
Rua Olavo Bilac, 491
CEP: 95900-000 Lajeado -RS
Tel.: 0xx51/3714-3695

Museus que guardam a memória da colonização alemã do Municípo / Museen, die das Gedächtnis der deutschen Kolonisation der Stadtgemeinde bewahren:

Museu Municipal “Bruno Born”
Maria Mirta Majolo (Diretora/Verantwortliche)
Rua Borges de Medeiros, 240
CEP: 95900-000 Lajeado – RS
Tel.: 0xx51/3748-1800 – Ramal 240

Parque Histórico/Freilichtmuseum “Deutscher Kolonie Park”:
www.parquehistorico.com.br .
Agendamento de visitas/Besuchvereinbarung:
cultura@parquehistorico.com.br

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Feliz é um município que, desde o princípio de sua colonização, caracteriza-se pela valorização do trabalho, saúde e educação de sua gente. Esses aspectos contribuíram para que, em 1998, Feliz figurasse como a primeira colocada no ranking dos municípios brasileiros com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), de acordo com relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Naquele ano, Feliz ficou conhecida como a “Cidade de Melhor Qualidade de Vida do Brasil”. Foi a primeira vez que o Brasil integrou o grupo dos países com alto Índice de Desenvolvimento Humano, ocupando o 62º lugar no ranking mundial.

Ainda hoje, Feliz mantém a qualidade de vida de sua gente e registra altos índices de educação, saúde e desenvolvimento.

Em 2006, Feliz recebeu o título de “Município Alfabetizado”, por ter um índice menor de 2% de analfabetismo entre a população. E, pelo Censo 2010 do IBGE, a cidade foi apontada como o “Município Mais Alfabetizado do Brasil”.

Em 2012, Feliz destacou-se como o município de maior índice de desenvolvimento do Rio Grande do Sul, de acordo com o Indicador Social de Desenvolvimento dos Municípios (ISDM), lançado pelo Centro de Microeconomia Aplicada da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), em 2012. No Brasil, a cidade ocupa a 5ª posição.

População / Bevölkerung

Habitantes: 12.359 habitantes
Línguas: Português / Alemão / Italiano

Histórico

Feliz: terra da alegria e da qualidade de vida

O município de Feliz está situado no Vale do Caí, encosta inferior do Nordeste, no limiar da Serra Gaúcha.

Com 12.992 habitantes (estimativa IBGE/2013), Feliz preserva as características interioranas e mantém a tradição dos alemães que colonizaram a cidade. Ainda hoje, a população mantém vivas as raízes culturais dos antepassados, imprimindo no seu dia a dia os traços germânicos dos imigrantes. Esse legado pode ser percebido nas fachadas das construções, em jardins de muitas residências e também em diálogos realizados no dialeto alemão.

A valorização da cultura, da educação e o zelo pelo trabalho são algumas das características marcantes do povo felizense. Mas, as festas também fazem parte do dia a dia da população, quer seja por motivos religiosos, como os Kerbs, ou para relembrar a tradição dos antepassados, como o Festival Nacional do Chopp e o Encontro de Cervejarias Artesanais, ou ainda para celebrar a produção agrícola e da agroindústria familiar, o que acontece com a Festa Nacional das Amoras, Morangos e Chantilly – Fenamor.

Criação do Município de Feliz

Em 22 de dezembro de 1888, a então Picada Feliz, foi elevada à condição de Vila, passando então a chamar-se “Vila Feliz”.

Em 17 de fevereiro de 1959, através da Lei Estadual 3.726/1959, foi decretada a Emancipação Política do município, que passou a chamar-se “Feliz”. Em 31 de maio do mesmo ano, foi realizada a Instalação do Município. Em 1º de junho, assumiu o primeiro prefeito de Feliz, Kurt Walter Graebin, que teve como vice-prefeito Adalberto Weissheimer. Em 25 de julho daquele ano foi aprovada a Lei Orgânica do Município de Feliz.

A emancipação foi associada às reivindicações dos munícipes, realizada através de um Plebiscito. Antes da emancipação, o município pertencia a São Sebastião do Caí.

Origem do nome de Feliz

Há mais de uma versão para explicar a origem do nome do município de Feliz. No entanto, a mais aceita está relacionada a um acontecimento histórico, como consta no “Kozeritz Kalender”, de 1962:

“Em 1850, uma comitiva sob o comando do engenheiro Afonso Mabilde foi incumbida de abrir um caminho através da mata dos pinhais e o Campo dos Bugres (Caxias do Sul) aos campos de criação de gado de Vacaria. Este grupo atravessou com uma canoa o rio das Antas, usando uma embarcação como elo de ligação com os já ocupados campos de Vacaria, donde obtinham os mantimentos necessários. Uma enchente, no entanto, teria arrastado a canoa e o grupo de homens se viu obrigado a retornar ao sul. Depois de ficarem muitos dias errantes pelo mato, sofrendo toda sorte de privações e perigos, finalmente teriam encontrado a casa de um colono e saudado este encontro com a exclamação: Oh Feliz! Em lembrança deste fato, a nova picada recebeu o nome de Feliz.”

Berço de Qualidade de Vida

Em 1998, Feliz destacou-se como a primeira colocada no ranking dos municípios brasileiros com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Naquele ano, Feliz ficou conhecida nacionalmente como a “Cidade de Melhor Qualidade de Vida do Brasil”. Foi a primeira vez que o Brasil integrou o grupo dos países com alto IDH, ocupando o 62º lugar no ranking mundial.

Cidade mais alfabetizada do Brasil

Dados do Censo do IBGE 2010 apontaram Feliz como sendo o município com o menor índice de analfabetismo do Brasil. Apenas 0,95% da população adulta não sabe ler nem escrever.

Cidade com o maior índice de desenvolvimento do Rio Grande do Sul

Feliz é o município com maior índice de desenvolvimento do Rio Grande do Sul, de acordo com o Indicador Social de Desenvolvimento dos Municípios (ISDM), lançado pelo Centro de Microeconomia Aplicada da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), em 2012. No Brasil, a cidade ocupa a 5ª posição. Feliz obteve o índice de 6,19, numa escala que varia de 0 a 10.

O município

Feliz é um município que, desde o princípio de sua colonização, caracteriza-se pela valorização do trabalho, saúde e educação de sua gente. Esses aspectos contribuíram para que, em 1998, Feliz figurasse como a primeira colocada no ranking dos municípios brasileiros com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), de acordo com relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Naquele ano, Feliz ficou conhecida como a “Cidade de Melhor Qualidade de Vida do Brasil”. Foi a primeira vez que o Brasil integrou o grupo dos países com alto Índice de Desenvolvimento Humano, ocupando o 62º lugar no ranking mundial.

Ainda hoje, Feliz mantém a qualidade de vida de sua gente e registra altos índices de educação, saúde e desenvolvimento.

Em 2006, Feliz recebeu o título de “Município Alfabetizado”, por ter um índice menor de 2% de analfabetismo entre a população. E, pelo Censo 2010 do IBGE, a cidade foi apontada como o “Município Mais Alfabetizado do Brasil”.

Em 2012, Feliz destacou-se como o município de maior índice de desenvolvimento do Rio Grande do Sul, de acordo com o Indicador Social de Desenvolvimento dos Municípios (ISDM), lançado pelo Centro de Microeconomia Aplicada da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), em 2012. No Brasil, a cidade ocupa a 5ª posição.

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São Gabriel do Oeste, Mato Grosso do Sul, Brasil.

 

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A Prefeitura Municipal e entidades locais da cultura alemã podem complementar com fotos e informações sobre seu município.
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Este é o minisite de Gramado em Cidades ‘Alemãs’ do Brasil sob dinâmica e constante atualização.

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Resumo histórico / Kurzgeschichte
A cidade dos alemães durante um século

por Sílvio Aloysio Rockenbach

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A história de Ivoti começa em 1828, com a vinda de imigrantes alemães. Eles se estabeleceram às margens do arroio Feitoria, local conhecido como Buraco do Diabo. Dali espalharam-se ao longo do Berghanschneis, picada ou travessão dos Berghan, dando origem ao atual núcleo urbano.

Posteriormente, passou a ser conhecida como Bom Jardim, pela presença de muitas flores nativas no local. Em 1855 foi construída, sobre o arroio Feitoria, a Ponte do Imperador, para dar vazão ao grande fluxo de mercadorias que eram produzidas no local e que tinham como destino a capital da província. Em 1867, o nome de Bom Jardim foi oficializado quando da criação do 3º distrito de São Leopoldo.

Em 1938, Bom Jardim passou a chamar-se Ivoti, derivada de “ipoti-catu”, palavra da língua tupi-guarani, que significa flor.

Em 19 de outubro de 1964, Ivoti emancipou-se, tornando-se município autônomo, após pertencer, por algum tempo, a Estância Velha, município que havia se emancipado anteriormente de São Leopoldo.

No ano de 1966, recebeu, no Vale das Palmeiras, a primeira leva de imigrantes japoneses, que contribuiu para diversificar a produção agrícola e para fomentar a evolução cultural do município.

A economia de Ivoti baseia-se na produção de hortifrutigranjeiros e nas indústrias de laticínios e do setor coureiro-calçadista.

Boa parte dos dezesseis mil habitantes conservam os costumes, as danças e a língua de seus antepassados alemães.
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